Firma ViriDr. Marcelo Ribeiro · Urologia

Saúde sexual masculina

Disfunção erétil

Dificuldade recorrente de obter ou manter a ereção. Muitas vezes é o primeiro aviso do corpo sobre a saúde vascular, e por isso merece investigação, não improviso.

Duas velas sobre pedra clara, uma acesa e ereta e outra inclinada, imagem simbólica sobre disfunção erétil

O que é

Considera-se disfunção erétil a dificuldade persistente de obter ou manter uma ereção suficiente para uma relação satisfatória. Episódios isolados são comuns e não configuram diagnóstico.

A ereção depende de vasos, nervos, hormônios e estado emocional. Quando algo falha nessa cadeia, o sintoma aparece, e o trabalho clínico é descobrir onde.

Como eu investigo

A consulta começa por uma história detalhada: início do quadro, ereções matinais, uso de medicamentos, sono, atividade física, tabagismo, álcool e contexto da relação.

Em seguida, exame físico e exames laboratoriais para avaliar glicemia, perfil lipídico, função hormonal e outros fatores. Exames adicionais são solicitados quando há indicação.

Tratamento

O tratamento é individual e pode envolver controle de fatores de risco, ajuste de medicações em uso, abordagem hormonal quando indicada, medicamentos específicos, terapia sexual e, em casos selecionados, outras opções discutidas em consulta.

Não trabalho com fórmulas milagrosas, protocolos padronizados nem promessas de resultado.

Causas e fatores

O que costuma estar por trás

Vascular e metabólica

Hipertensão, diabetes, colesterol elevado, obesidade e tabagismo comprometem o fluxo sanguíneo peniano.

Hormonal

Alterações de testosterona, tireoide e prolactina podem impactar libido e ereção.

Medicamentosa

Antidepressivos, anti-hipertensivos e outras classes podem interferir na função sexual.

Psicológica e relacional

Ansiedade de desempenho, estresse crônico, depressão e conflitos na relação.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

Não. A prevalência aumenta com a idade, mas homens jovens também são afetados, frequentemente por causas metabólicas, medicamentosas ou psicológicas.
Automedicação mascara a causa e tem riscos, especialmente para quem usa nitratos ou tem doença cardiovascular. O medicamento pode fazer parte do tratamento, mas depois do diagnóstico.
Em geral sim: avaliação laboratorial metabólica e hormonal, e em alguns casos exames complementares específicos.

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